O presidente de um clube português de futebol foi esta semana detido por suspeitas da prática dos “crimes de abuso de confiança, burla qualificada, falsificação, fraude fiscal e branqueamento de capitais”, em financiamentos e negócios superiores a 100 milhões de euros que poderão ter causado prejuízos ao Estado, ao Novo Banco e ao clube. Sim, diz-se que também ao próprio clube que, assim, terá sido lesado. Depois de três noites nas instalações da PSP em Moscavide e de três dias de interrogatório, conheceu as medidas de coação: não se pode ausentar do país, não pode ...