Testes da ButanVac em humanos dependem de dados, diz Anvisa
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Início de testes da Butanvac em humanos ainda depende de mais dados, diz Anvisa Segundo a agência, o protocolo de pesquisa clínica já está aprovado, mas ainda faltam informações específicas 29/06/2021 | 21:28 AE publicidade A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que, na segunda-feira, foi realizada uma reunião com técnicos da agência e do Instituto Butantan para discutir a vacina Butanvac contra a Covid-19. Segundo a agência, o protocolo de pesquisa clínica já está aprovado, mas ainda faltam dados específicos para iniciar os testes em humanos...
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que, na segunda-feira, 28, foi realizada uma reunião com técnicos da agência e do Instituto Butantan para discutir a vacina Butanvac contra a covid-19. Segundo a agência, o protocolo de pesquisa clÃnica já está aprovado, mas ainda faltam dados especÃficos para iniciar os testes em humanos. Em nota, o órgão regulador afirma que o objetivo da reunião foi avaliar as informações já apresentadas pelo Butantan. "Mas para que a vacina comece a ser aplicada em seres humanos é necessár...
00:00 29/06/2021 21h25 A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que, na segunda-feira, 28, foi realizada uma reunião com técnicos da agência e do Instituto Butantan para discutir a vacina Butanvac contra a covid-19. Segundo a agência, o protocolo de pesquisa clínica já está aprovado, mas ainda faltam dados específicos para iniciar os testes em humanos. Em nota, o órgão regulador afirma que o objetivo da reunião foi avaliar as informações já apresentadas pelo Butantan. "Mas para que a vacina comece a ser aplicada em seres humanos é necessário ...
Além da destinação de recursos para a compra de absorventes pelas escolas, o programa também prevê a formação dos profissionais para que saibam abordar o tema com as adolescentes. "Esse é um grande tabu que temos no País. Fomos ensinadas desde cedo que a menstrual é suja, temos de ter vergonha e esconder os absorventes", disse Tabata. Segundo Rossieli, o número de meninas que deixam de ir às aulas durante o período menstrual é maior entre as adolescentes em situação de vulnerabilidade. A estimativa do governo paulista é de que o programa atenda 1,3 milhão de meninas entre 10...