Desigualdade no prato: opções baratas à base alimentar não são dieta ideal
Arroz e feijão "diferentes": cuidado com as fake news Imagens de fragmentos de arroz à venda viralizaram nas redes sociais como se fossem restos de comida que começaram a ser comercializados durante o governo Bolsonaro. O produto, entretanto, está regulamentado como apropriado para o consumo humano desde a Instrução Normativa de 2009, do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), e tem valor nutricional similar ao do arroz tradicional. Os fragmentos de arroz são, na verdade, grãos que se quebram durante o processamento. Originalmente, vão para a produção de raç...