O alvorecer da poesia Alex Medeiros alexmedeiros1959@gmail.com Não são poucos os leitores que me abordam, pessoal ou virtualmente, indagando se eu ainda tenho o caderno azul que tantas vezes já citei nos contos da época adolescente que vivi entre os bairros das Quintas e da Candelária. Eu tinha o caderno, da marca Caderflex, repleto de quadrinhas, sextilhas, decassílabos, alexandrinos, versos pé-quebrado e alguns arremedos de sonetos que eu fazia lendo os livros parnasianos da biblioteca pública. Créditos: Divulgação O caderno foi adquirido no troco sobrado na compra do meu mat...