ConJur - TJ-SP estende multa por litigância de má-fé a advogada da parte
O Judiciário não pode ser conivente com o ajuizamento de ações com pretensões totalmente contrárias a realidade fática das partes, que mais parecem fundadas nos ditados populares do "jogar verde para colher maduro" ou "se colar, colou", sendo evidentes os prejuízos à prestação jurisdicional daqueles que realmente necessitam se socorrer da Justiça. Nicola ForenzaAdvogada é condenada por litigância de má-fé e relator no TJ-SP critica "ação predatória" Com base nesse entendimento, a 16ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo condenou uma advogada ...